O Paraíso são os Outros
Um texto sobre a forma mais bela de nos ligarmos: o amor.
O espaço pareceu-me que deveria ser inevitávelmente comum entre o público e os interpretes.
Sermos em conjunto, descobrirmos em conjunto.
A importância de o espectador/cúmplice possa escolher o seu lugar e o seu ponto de vista sobre o espetáculo. A tentativa de horizontalizar e possibilitar um lugar de conforto e reflexão fluida.
As constelações de mobiles surgem como analogia do mundo fisico ou mental.
A importância da afetação e dependência uns dos outros em todas as formas e origens, da fragilidade do equilibrio, mas quando conseguido gera movimento e harmonia.
Um lugar para se estar presente e comtemplar.
Foi o primeiro espetáculo em que estive encarregue da concepção plástica do cartaz, cenário e figurinos.
Apresentações
Estreia Blackbox Centro Cultural de Belém- Fábrica das Artes- Lisboa 2026
Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo 2026
Theatro Circo, Braga 2026
Ficha Artística e técnica
Texto: Valter Hugo Mãe
Encenação: Nídia Roque
Interpretações: Beatriz Brás (actriz) and Leonardo Outeiro (músico)
Cenografa e Figurinista: Ângela Rocha
Apoio à Construção: Catarina Sousa e Rita Cabrita
Confecção dos figurinos: Aldina Jesus
Desenho de Luz: Rui Seabra
Cartaz: Ângela Rocha
Fotografias de cena: Bruno Simão
Designer Gráfico: Luís Belo
Produção: Ricardo Arenga/ Teatro da Cidade
Parceria de comunicação: Coffeepaste
Financiamento: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto/ DGArtes-Direcção-Geral das Artes
Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
Coprodução: Centro Cultural de Belém – Fábrica das Artes, Theatro Circo e Teatro da Cidade

















