Babel
Nesta peça o espaço devia ser ocupado sobretudo pelas palavras.
Um exercicio necessária de contenção, e abstração analítica os principios da geometria tornou-se a fórmula correta.
O ponto é a forma mais sucinta na geometria. O ponto como início de toda e qualquer forma. Ponto final parágrafo.
Aqui, um espaço lança as suas matrizes, uma gride virtual ou estrutural. A esquadria para lançar a edificação de um novo lugar: Babel – o espaço das palavras.
Do rigor geométrico à linha sinuosa do ponto, as geometricas colidem. O ponto serve de projeção de qualque lugar, contentor da massa orgânica: a tinta interpretada como o sangue das palavras. O início das possibilidades quando decidimos sair da linha, sujar as mãos, errar e possibilitar um ponto (de fuga).
Apresentações
Estreou noTeatro Meridional, Lisboa 2025
Centro Cultural Raiana, Idanha-a-Nova 2025
A Moagem, Fundão 2025
Ficha Artística e técnica
Texto e Encenação: Leonor Buescu
Interpretação: Carla Maciel e Isabel Costa
Assistente de encenação: João Pedro Mamede
Cenografia: Ângela Rocha
Assistencia de Cenografia : Rui Mecha
Desenho de Luz: Rui Seabra
Figurinos: Francisco Sampaio
Sonoplastia: Mariana Camacho
Operação de luz: Diana Santos
Operação de som: Pedro Freixo
Apoio à caracterização: Ana Rita Antunes
Apoio à Criação: Catarina Rôlo Salgueiro e Leonardo Garibaldi
Fotografias promocionais: Tomás Monteiro
Fotografias de Ensaio: Filipe Ferreira
Estagiária: Inês Oliveira (ESAD)
Produção executiva: Joana Silva / Os Possessos
Apoio República Portuguesa – Cultuta / Direcção-Geral das Artes, Teatro Meridional, Centro Cultural Raiana e a Moagem
Uma produção OS POSSESSOS













